Poluição marca visita de príncipe Charles e Camilla à Índia

Nova Délhi, 8 nov (EFE).- A nuvem de poluição que envolve Nova Délhi marcou a visita à Índia do príncipe Charles e sua esposa Camilla, na última parada de uma viagem asiática na qual passaram também por Cingapura e Malásia.

A nona visita oficial à Índia do herdeiro da coroa britânica, que irá durar apenas 24 horas, coincidiu nesta quarta-feira com o segundo dia consecutivo de altos níveis de poluição em Nova Délhi, uma situação que levou as autoridades locais a fechar até sábado os colégios da cidade.

Os encontros protocolares, desde a recepção ao casal no Aeroporto Internacional Indira Gandhi até eventos como o que aconteceu na embaixada britânica em Delhi, com um "desfile" de esculturas de elefantes coloridas, ficaram marcados pela constante neblina de poluição.

Segundo dados do Escritório Central de Controle da Poluição (CPCB), às 11h local (3h30, em Brasília), na área de Punjabi Bagh, no noroeste da cidade, a concentração de partículas PM10 (aquelas menores de 10 mícrons) foi de 1.314 por metros cúbicos e a de PM2,5 (inferiores a 2,5 mícrons) alcançou os 796.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a concentração de 200 partículas por metros cúbicos é "muito insalubre", enquanto de 300 em diante transformam o ar em "tóxico".

O príncipe Charles, que na próxima semana completará 69 anos, viajou para a Índia pela primeira vez em 1975 e sua última visita aconteceu em 2013.

Na lembrança coletiva de suas nove viagens para o país asiático está a de 1992, imortalizada por uma imagem de uma solitária Lady Di no monumento ao amor, o Taj Mahal, no mesmo ano em que os príncipes Charles e Diana de Gales oficializaram a separação.

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