Após Chile, Argentina também barra Mike Tyson por antecedentes criminais

Buenos Aires, 10 nov (EFE).- O governo da Argentina impediu que o ex-boxeador americano Mike Tyson entrasse no país por causa de seus antecedentes criminais nos Estados Unidos, depois que o Chile também rejeitou sua entrada ontem, informaram nesta sexta-feira à Agência Efe fontes oficiais.

Uma vez que a Polícia de Investigações (PDI) do Chile negou a entrada ao ex-boxeador em Santiago, Tyson, de 51 anos, tentou viajar para Buenos Aires.

Segundo confirmaram as fontes, as autoridades migratórias argentinas souberam que o ex-campeão mundial dos pesos pesados pretendia viajar para Buenos Aires de Santiago do Chile e fizeram contato com a companhia aérea para pedir que seu embarque não fosse permitido.

Essa situação ocorre pelo histórico criminal de Tyson nos Estados Unidos e em aplicação do estabelecido em um decreto assinado este ano pelo presidente argentino, Mauricio Macri, que impede a entrada no país de pessoas com antecedentes criminais.

A polícia chilena afirmou na quinta-feira no Twitter que Tyson não cumpria com os requisitos da lei de estrangeiros chilena e adiantou que ele seria "colocado" em outro voo de volta para os Estados Unidos.

O ex-boxeador tinha chegado a Santiago para ser o anfitrião da premiação Space Awards, que escolhe os melhores filmes de ação.

No entanto, Tyson foi retido no controle migratório pelos antecedentes criminais em seu país, onde foi preso em 1992 pelo estupro de uma modelo de 18 anos.

Além disso, em 1999, Tyson passou alguns meses na prisão por ter agredido dois motoristas após um acidente de trânsito.

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