Deputada afirma que há mais de 700 russas e azerbaijanas presas no Iraque

Erbil (Iraque), 10 nov (EFE).- Mais de 700 mulheres de nacionalidade russa e azerbaijana foram detidas no Iraque pelas forças de segurança do país durante combates com o grupo terrorista Estado islâmico (EI), manifestou nesta sexta-feira à Agência Efe a deputada da minoria yazidi Fiyan al Dajil.

Segundo a parlamentar iraquiana, há 512 russas detidas e 200 azerbaiyanas, que se encontram em distintas prisões das forças de segurança iraquianas.

As autoridades de segurança iraquianas anunciaram na semana passada que entre os familiares de combatentes do EI detidos há 1.150 menores e 760 mulheres, que na maioria pertenciam às repúblicas ex-soviéticas.

A Rússia e a Chechênia exigem o retorno de seus cidadãos que se envolveram com o Estado Islâmico, ressaltou o ministro de Trabalho e Assuntos Sociais iraquianos, Mohammed Shian al Sudani.

Em 20 de setembro, a organização Human Rights Watch pediu às embaixadas estrangeiras no Iraque, às forças iraquianas e às organizações internacionais que ajudem a repatriar ou reassentar as esposas e filhos de combatentes do EI detidos no Iraque.

Em comunicado, a ONG afirmou que as autoridades iraquianas tinham detido mais de 1,4 mil mulheres estrangeiras e filhos, todos familiares de jihadistas e que se renderam durante as campanhas empreendidas por militares para libertar a província de Ninawa, cuja capital é Mossul.

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