ANP é condenada por assassinato de 3 israelenses em 2001

Jerusalém, 19 nov (EFE).- Um tribunal israelense condenou neste domingo a Autoridade Nacional Palestina (ANP) e os autores do assassinato de três israelenses em 2001 a pagar conjuntamente uma indenização de cerca de 15 milhões de euros às famílias das vítimas.

Durante o ápice da Segunda Intifada, em 25 de agosto de 2001, três jovens israelenses, um casal e o irmão da esposa, foram assassinados a tiros enquanto voltavam de uma viagem familiar por seis palestinos que seguiam seu veículo.

E hoje, segundo a sentença do juiz Moshé Yair Drori, do tribunal de distrito do Jerusalém, a ANP deverá pagar 40% da indenização total às vítimas (6 milhões de euros), enquanto o resto será pago pelos agressores.

Em 2009, os familiares das vítimas processaram a ANP e a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) pelo atentado.

Em 2014, o mesmo juiz Drori opinou que a ANP era responsável civil pelo atentado por ter financiado as armas usadas pelos assassinos naquele dia.

Entre os condenados está o líder do Fatah Marwan Barguti, que atualmente cumpre cinco prisões perpétuas em um presídio israelense por este assassinato, dois homicídios e outros crimes.

Na sentença, o Tribunal considerou que Barguti sabia de antemão que o ataque seria realizado.

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