Trump volta a negar conivência com a Rússia para vencer eleições de 2016

Washington, 2 dez (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a negar neste sábado qualquer tipo de "conivência" entre sua equipe de campanha e a Rússia com o objetivo de favorecer sua vitória nas eleições de 2016.

"O que se viu não é conivência. Não houve nenhuma conivência em absoluto, portanto estamos muito contentes", disse Trump a um grupo de jornalistas antes de partir rumo a Nova York.

As declarações foram dadas por Trump um dia depois de o ex-assessor de Segurança Nacional da Casa Branca Michael Flynn ter afirmado que mentiu ao FBI sobre conversas que realizou com representantes do governo da Rússia.

Em uma audiência no Distrito de Columbia realizada ontem, Flynn se comprometeu a contribuir com o promotor especial que investiga o caso, Robert Mueller, e afirmou que importantes integrantes da equipe de Trump sabiam de suas ligações com o Kremlin.

A confissão de Flynn tem especial relevância já que, apesar de as conversas com os russos terem ocorrido em dezembro de 2016, foi em janeiro que ele mentiu ao FBI, quando Trump já estava no poder.

O processo contra Flynn é resultado da investigação iniciada em maio deste ano por Mueller para apurar os vínculos entre a Rússia e a campanha de Trump relativos às eleições de 2016.

Como resultado dessa investigação, Mueller também acusou Paul Manafort, ex-chefe de campanha de Trump, e seu principal assessor, Rick Gates.

Receba notícias do UOL. É grátis!

Facebook Messenger

As principais notícias do dia pelo chatbot do UOL para o Facebook Messenger

Começar agora

Newsletter UOL

Receba por e-mail as principais notícias, de manhã e de noite, sem pagar nada. É só deixar seu e-mail e pronto!

UOL Cursos Online

Todos os cursos