Síria recomenda "resistência" contra planos de Trump para Jerusalém

Beirute, 6 dez (EFE).- O governo da Síria considerou nesta quarta-feira que a "opção da resistência" é a melhor para defender os interesses da nação muçulmana e dos palestinos perante a intenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

Uma fonte do Ministério de Relações Exteriores sírio, citada pela agência de notícias oficial "Sana", indicou que "a posição árabe da resistência é a melhor para frustrar os planos contrários à nação muçulmana e pôr fim à normalização gratuita (das relações com Israel) por parte de alguns regimes árabes que servem ao projeto sionista".

De acordo com a fonte, a resistência "protege os esforços para libertar o território ocupado, incluir o direito de retorno (dos refugiados palestinos) e o estabelecimento de um Estado palestino com Jerusalém como capital".

Para o governo de Damasco, os planos de Trump de transferir a embaixada do seu país de Tel Aviv para Jerusalém é "a culminação dos crimes de usurpação da Palestina e do deslocamento do povo palestino".

A fonte destacou ainda que se trata de uma medida perigosa que mostra "a clara falta de respeito dos EUA à lei internacional, e que alimenta os conflitos e a discórdia no mundo às custas do sangue dos povos a fim de assegurar a continuação da sua hegemonia mundial".

Na opinião do governo sírio, se faz necessária uma nova ordem mundial que respeite a soberania dos Estados e proteja o direito dos povos.

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