Milhares de pessoas assistem a desfile de ano novo no centro de Londres

Londres, 1 jan (EFE).- Milhares de pessoas compareceram nesta segunda-feira ao colorido desfile de ano novo no centro de Londres, e em alguns pontos do Reino Unido e da Irlanda os cidadãos estrearam 2018 com um banho de mar, mesmo com as baixas temperaturas.

Em torno de 8 mil dançarinos, acrobatas e músicos vindos de vários países do mundo, acompanhados de balões gigantes e carros antigos, participaram da 32ª edição do desfile de 1º de janeiro, que transcorreu desde a famosa praça de Piccadilly Circus até a avenida Whitehall na capital britânica.

Em vários condados litorâneos das ilhas britânicas, como Pembrokshire e Yorkshire, assim como em Co Wicklow na república da Irlanda, os moradores se atiraram no mar com roupas de banho e fantasias, como parte dos atos festivos que acontecem nesta época do ano, na maioria das vezes com o objetivo de arrecadar dinheiro para obras beneficentes.

Em Edimburgo, na Escócia, onde foi celebrado ontem à noite o Hogmanay - a festa de ano novo local -, 1.100 pessoas de 21 países participaram do Loony Dook (banho louco) nas águas de South Queensferry.

No dia 31 de dezembro, dezenas de milhares de pessoas assistiram aos diversos espetáculos de música e fogos artificiais que aconteceram por todo o país para receber o novo ano.

As maiores celebrações foram as da capital escocesa e de Londres, onde cerca de 100 mil pessoas se reuniram às margens do rio Tâmisa para assistir à queima de fogos depois que as 12 badaladas soaram no Big Ben.

Não houve incidentes de destaque neste evento, mas, em outras partes da cidade, quatro homens morreram esfaqueados em episódios de agressão que aparentemente não estão relacionados e sem vínculos com o terrorismo, segundo informou a polícia.

Em Sheffield e Manchester, no norte da Inglaterra, também foram registrados alguns distúrbios que resultaram em várias detenções.

Na cidade de Liverpool, os bombeiros apagaram um grande incêndio que começou em um edifício-garagem com capacidade para 1.600 veículos, que se propagou por vários andares e destruiu todos os carros que estavam estacionados no local, mas não houve vítimas.

No geral, os serviços de emergência britânicos constataram um aumento da atividade e do número de chamadas em relação a outros anos e, em Londres, quase 300 pessoas que sofriam com "problemas relacionados com o consumo de álcool" tiveram que ser atendidas pelos serviços médicos.

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