Parlamento iraniano acusa Israel, EUA e Arábia Saudita de fomentar protestos

Teerã, 1 jan (EFE).- O parlamento do Irã acusou nesta segunda-feira Israel, Estados Unidos e Arábia Saudita de fomentar os distúrbios gerados nas manifestações que ocorreram nos últimos dias no país contra a política econômica do governo.

O Legislativo iraniano realizou hoje uma sessão extraordinária para avaliar a situação no país por conta da onda de manifestações não autorizadas, que terminaram em choques entre manifestantes e as forças de segurança, nos quais morreram pelo menos 10 pessoas e outras 200 foram detidas.

O porta-voz da Comissão de Segurança Nacional e Politica Exterior do parlamento, Seyed Hosein Naqavi Hoseini, disse que "o povo do Irã não tolerará que um grupo perturbe a ordem pública e ocasione danos" aos demais, segundo informou a agência de notícias iraniana "ISNA".

Naqavi Hoseini explicou que os protestos acabaram em distúrbios devido à intervenção de EUA, Israel e alguns dos seus aliados regionais, em referência à Arábia Saudita.

Por outra parte, os parlamentares reconheceram que houve uma deterioração da confiança da população devido ao aumento de custo de vida, à política económica e aos casos de corrupção.

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