Milícias curdas libertaram 400 membros do EI no nordeste sírio, segundo ONG

Beirute, 10 jan (EFE).- As Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança armada liderada por milícias curdas, libertaram cerca de 400 membros do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) no nordeste da Síria, segundo ativistas, embora uma porta-voz desse grupo tenha negado essa informação.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos indicou que as FSD puseram em liberdade cerca de 400 jihadistas sírios, que tinham se rendido a esta força no passado, nas províncias de Al Hasakah e Deir ez-Zor, para onde foram transferidos em veículos da aliança.

A fonte destacou que esta medida causou tensões com os moradores dos povoados dos quais são originários os extremistas, uma vez que estes retornaram aos seus locais de procedência e em alguns casos aconteceram distúrbios armados sem que as FSD interviessem.

No entanto, uma porta-voz das FSD em Deir ez-Zor, Lilwa Ani, negou em declarações por telefone à Agência Efe que a aliança tenha libertado os jihadistas.

"Essa notícia é seriamente vazia, é impossível que nossas forças abram suas mãos para os que lutaram contra elas", afirmou.

Por outro lado, Ani informou que ainda continuam os combates entre as FSD e o EI em Deir ez-Zor, nos arredores dos povos de Hayin e Granich, no leste da região, embora "falte muito pouco para o final da entidade Daesh (acrônimo em árabe de Estado Islâmico) no norte da Síria".

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