Polícia detém 89 pessoas por manifestações durante visita do papa ao Chile

Santiago (Chile), 20 jan (EFE).- A polícia do Chile informou neste sábado que deteve 89 pessoas no total durante as diversas manifestações contra a visita do papa Francisco ao Chile nesta semana.

A polícia chilena assinalou que, no desembarque do pontífice no país sul-americano, na última segunda-feira, nove pessoas foram detidas durante as manifestações pacíficas convocadas pela comissão Funa e pelo Movimento de Integração e Liberdade Homossexual (Movilh), em rejeição à vinda de Francisco.

Na segunda também ocorreram protestos organizados pela Frente de Trabalhadores e Trabalhadoras pelo Socialismo, que interromperam o trânsito na capital chilena para criticar o gasto público que significou a visita do líder católico.

Na terça, 79 pessoas foram detidas por "danos a monumentos nacionais, usurpação não violenta em um edifício de propriedade do Arcebispado em Concepción", entre outras manifestações realizadas em Santiago e Osorno, segundo a polícia chilena.

Por último, uma pessoa foi detida na casa central da Universidade Católica enquanto o papa Francisco celebrava uma missa.

A viagem do pontífice ao Chile esteve marcada pelo baixo comparecimento dos fiéis às homilias e pela defesa que o próprio papa fez do bispo de Osorno, Juan Barros, acusado de acobertar abusos sexuais a menores de idade.

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