Iraque condena mulher alemã que pertincia ao EI à morte

Bagdá, 21 jan (EFE).- O Tribunal Penal Central de Bagdá condenou neste domingo à morte uma mulher de nacionalidade alemã de origem marroquina por pertencer ao grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

A condenada, cuja identidade não foi revelada, confessou que viajou desde a Alemanha à Síria e depois ao Iraque em companhia de suas duas filhas, que se casaram com membros do EI, segundo informou o porta-voz do Conselho Supremo - a máxima autoridade judicial no Iraque -, o juiz Abdel Satar Briqdar.

A alemã foi declarada culpada por proporcionar apoio logístico ao grupo para ajudar em seus atentados, bem como por participar em ataques contra forças militares e de segurança iraquiano.

Em 12 de setembro, um jihadista russo foi condenado à pena de morte por um tribunal iraquiano por pertencer ao EI e realizar "operações terroristas" contra as forças iraquianos em Mossul, a cidade mais popoluosa que o grupo chegou a controlar.

Em dezembro, o premiê iraquiano, Haidar al Abadi, anunciou o final da guerra contra o EI no país, que durou três anos depois que o grupo conquistou quase a metade do território do país.

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