França congela bens de acusados de fornecer de armas químicas à Síria

Paris, 23 jan (EFE).- A França anunciou nesta terça-feira que congelou os bens dos dirigentes e entidades envolvidos em duas redes que fornecem produtos ao Centro de Estudos e Investigação da Síria, considerado pelo governo francês como "o principal laboratório sírio" encarregado dos programas de armas químicas.

Em um comunicado conjunto dos ministérios de Relações Exteriores e Economia, o Executivo francês identificou "duas redes" - sem citar seus integrantes - de apoio na França ao Centro de Estudos e Investigação da Síria, que são acusadas de abastecer o regime de Bashar al Assad com gás sarin, utilizado em várias ocasiões contra a população civil, como denunciaram organizações internacionais.

"Congelar os bens permitirá imobilizar os recursos dessas redes e bloquear todos os fluxos financeiros de saída e de entrada no território francês e nas filiais financeiras francesas no exterior", diz a nota assinada pelos ministros de Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, e Economia, Bruno Le Maire.

O anúncio desta medida coincide com a apresentação em Paris da Aliança Internacional contra a Impunidade do Uso de Armas Químicas, em que participam hoje cerca de 30 países.

Essa iniciativa pretende identificar, e punir se for o caso, uma série de pessoas relacionadas com o abastecimento de armas químicas. EFE

atc/rpr

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