Bombardeio turco mata 13 pessoas de família curdo-síria em Afrin

Cairo, 29 jan (EFE).- O número de membros de uma mesma família curdo-síria mortos em um bombardeio de aviões turcos em uma cidade do sudeste do enclave curdo de Afrin, no extremo noroeste da Síria, aumentou para 13, informou nesta segunda-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Entre as pessoas mortas no ataque, ocorrido ontem na cidade de Kobla, há pelo menos cinco menores e três mulheres, que morreram no ataque aéreo que destruiu a casa da família, segundo a ONG.

Outros cinco integrantes da família ficaram feridos no ataque.

Ontem, o Observatório havia informado da morte de oito pessoas, todas elas da mesma família.

A Turquia começou no último dia 20 de janeiro a operação "Ramo de Oliveira", lançada contra a região de Afrin e cujo objetivo é expulsar os combatentes das milícias curdas Unidades de Proteção Popular (YPG).

Ancara considera as YPG um grupo terrorista, uma filial do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), a guerrilha curda presente em seu território.

O presidente turco, o islamita Recep Tayyip Erdogan, assegurou ontem que "484 terroristas foram enviados ao inferno".

Por outro lado, Erdogan afirmou que entre suas unidades e o Exército Livre da Síria ELS, aliado da Turquia nesta ofensiva, há um total de 20 mortos, dos quais sete são turcos.

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