Cúmplices de atentado que matou 12 alemães na Turquia pegam prisão perpétua

Istambul, 31 jan (EFE).- Um Tribunal da Turquia condenou nesta quarta-feira à prisão perpétua três pessoas consideradas cúmplices do atentado suicida cometido em janeiro de 2016 diante da Mesquita Azul de Istambul, no qual morreram 12 turistas alemães.

Os juízes consideraram provado que os acusados, de nacionalidade síria e iraquiana, ajudaram o terrorista jihadista que explodiu um cinturão de explosivos no dia 12 de janeiro de 2016 na praça da Mesquita Azul entre um grupo de alemães que faziam uma visita turística, informa a agência "Anadolu".

Os três acusados foram condenados a centenas de anos de prisão por conspiração para cometer um assassinato e por colaborar no crime, bem como por porte de explosivos, e receberam sentenças de prisão perpétua agravada por "violar a Constituição" turca.

Os condenados, identificados como Hasan Mayyuf, Fauzi Mohamed Ali e Khalil Darwish, se declararam inocentes durante o processo.

Um quarto acusado, Abdulrahman Faiz Rashid, foi condenado a seis anos e três meses de prisão por "pertinência a uma organização armada terrorista", em referência ao Estado Islâmico, mas ficou em liberdade vigiada por conta do longo tempo que passou em prisão preventiva.

Outros 18 acusados foram absolvidos por falta de provas.

O atentado da Mesquita Azul, atribuído ao Estado Islâmico, foi um dos mais chamativos ataques jihadistas na Turquia.

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