Homem morto por Exército israelense não pretendia cometer ataque

(atualiza com dados do Exército e confirma que o motorista morto não era um agressor)

Jerusalém, 3 abr (EFE).- O homem morto nesta terça-feira por disparos dos soldados israelenses perto do assentamento de Ariel quando seu carro se chocou contra uma ponto de ônibus no norte da Cisjordânia ocupada não pretendia cometer um ataque, confirmou à Agência Efe uma porta-voz militar.

"Durante o incidente, não estava claro se tratava-se de um ataque terrorista", explicou a porta-voz militar, que acrescentou que membros das forças armados presentes na zona identificaram o motorista do carro quando tentava escapar depois do impacto, "e atuaram como ocorreu porque não estava claro se tratava-se de um ataque terrorista ".

As normas do Exército, no entanto, não permitem disparar para matar quando não há um risco iminente para a vida ou a integridade de alguém.

Após os disparos, a vítima foi levada para um hospital para receber tratamento médico, onde morreu pouco depois.

"Depois de uma investigação inicial, ficou claro que não tratava-se de um ataque terrorista, mas de um carro roubado que se chocou contra um ponto de ônibus", confirmou o Exército.

No momento do acidente, o ponto estava vazio.

O site israelense "The Times of Israel" informou que o morto é um jovem árabe-israelense de cerca de 30 anos.

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