Austrália apoia ataque dos EUA, França e Reino Unido contra regime sírio

Bangcoc, 14 abr (EFE).- O governo da Austrália expressou, neste sábado, o apoio ao ataque com mísseis dos Estados Unidos, Reino Unido e França contra instalações de armas químicas na Síria e pediu que Rússia e Irã pressionem o regime de Bashar al-Assad, a quem eles apoiam.

"(O ataque) mandou uma mensagem inequívoca para o regime de Assad e seus aliados, Rússia e Irã, que o uso de armas químicas não será tolerado", disse em comunicado, a ministra das Relações Exteriores, Julie Bishop.

Washington, Londres e Paris lançaram hoje uma ofensiva conjunta contra posições de Bashar al-Assad como represália por um suposto ataque químico atribuído ao governo sírio.

O presidente americano, Donald Trump, explicou que a ofensiva teve como objetivo "estabelecer um forte elemento de dissuasão contra a produção, propagação e uso de armas químicas" por Assad.

A ação combinou ataques aéreos e mísseis projetados a partir de navios no Mediterrâneo, segundo informou o Pentágono, contra três instalações associadas ao programa de armamento químico de Damasco.

A Austrália classificou a ofensiva como "calibrada" e "proporcional" ao exigir que o governo sírio não fique "impune" após a utilização do armamento químico "ilegal".

"A Rússia e outros principais aliados da Síria, como o Irã, devem pressionar o regime para terminar com os abusos às leis internacionais e aos direitos humanos dentro do conflito e abordar seriamente as negociações para encerrar esta guerra civil que já completou sete anos", afirmou Bishop.

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