UE justifica na Opaq ataque a instalações químicas da Síria

Haia, 16 abr (EFE).- A União Europeia (UE) justificou nesta segunda-feira à Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) que os ataques aéreos contra instalações químicas na Síria no fim de semana tinham o objetivo de "evitar o uso posterior" de substâncias químicas como arma de guerra por parte do regime sírio.

Em comunicado lido na Opaq pelo representante búlgaro Krassimir Kostov, cujo país desempenha a presidência rotativa, a UE fez um pedido a Rússia e Irã para que "usem sua influência" sobre o regime sírio e evitem "qualquer uso posterior de armas químicas" por parte das forças oficiais de Damasco.

A UE foi informada sobre "os ataques aéreos seletivos" contra instalações de armas químicas na Síria por parte de EUA, França e Reino Unido, disse Kostov, que acrescentou que essas "medidas específicas" foram tomadas para evitar que o regime sírio continue "matando sua própria gente".

Além disso, o bloco fez um chamado a todas as partes do conflito, concretamente ao regime de Bashar al Assad e seus aliados, para que "apliquem imediatamente o cessar-fogo e garantam o acesso de assistência médica" às regiões com vítimas civis no país.

Nessa mesma reunião de emergência na sede da organização em Haia, na Holanda, para tratar da situação na Síria, a delegação britânica denunciou que o regime de Assad e a Rússia "não estão permitindo acesso" aos especialistas que compareceram à cidade de Douma para investigar o suposto ataque químico.

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