Juíza decide que moradores podem retirar nome de Trump de edifício em N.York

Nova York, 3 mai (EFE).- Uma juíza de Nova York opinou nesta quinta-feira que os moradores de um edifício que leva o nome do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, têm o direito de retirá-lo da fachada se considerarem oportuno.

A magistrada Eileen Bransten decidiu contra a empresa de Trump, que defendia que a eliminação do nome do imóvel representaria uma violação do contrato vigente há quase 20 anos para a gestão do edifício, que não é de sua propriedade.

Segundo Bransten, os moradores podem eliminar o nome de Trump se assim decidirem, com uma maioria qualificada.

Em fevereiro do ano passado, os moradores deste imóvel de Manhattan, que fica às margens do rio Hudson, votaram em favor de eliminar o nome "Trump Place".

Após isso, a empresa do presidente advertiu que a retirada do nome seria uma violação de contrato, por isso os moradores levaram o caso à Justiça, para garantir que poderiam proceder com a retirada do nome.

Desde a campanha eleitoral de 2016, os moradores de vários edifícios de apartamentos que levavam o nome de Trump em sua fachada optaram por retirá-lo.

Também perdeu a marca "Trump" um luxuoso hotel no bairro de Soho, que foi rebatizado como Dominick, depois de um acordo entre a empresa do presidente e os donos do estabelecimento, que tiveram problemas para atrair clientes.

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