Santos diz não poupará esforços para atender emergência de hidrelétrica

Bogotá, 17 mai (EFE).- O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, afirmou na quarta-feira que o governo "não poupará esforços" para atender a população que pode ser afetada por uma crescente do rio Cauca causada por uma emergência na hidrelétrica de Hidroituango que está em construção.

"O governo nacional não poupará esforços para proteger a população e apoiá-la na gestão da situação que enfrenta", afirmou Santos, em carta dirigida ao governador de Antioquia, Luis Pérez; o prefeito de Medellín, Federico Gutiérrez, e de Jorge Londoño, gerente geral da EPM, empresa responsável pela construção de Hidroituango.

Esta é a resposta do presidente a uma carta enviada por essas autoridades locais, onde ele foi informado de que "uma situação crítica foi desencadeada" na usina pelas águas represadas do rio Cauca, segunda artéria fluvial da Colômbia, por causa de um deslizamento causado por uma falha geológica na área.

Eles também pediram que, "com a urgência que a situação merece, ordene a disposição de todos os instrumentos e meios para evitar situações que venham a lamentar no futuro".

Diante disso, Santos afirmou que "desde o momento em que o governo nacional foi informado sobre a situação de emergência que estava se apresentando em Hidroituango" foi ativado "todo o sistema nacional de gestão do risco e um posto de comando unificado sob a coordenação do ministro de Minas e Energia" Germán Arce.

A emergência começou na madrugada do dia 7 de maio, quando houve um desmoronamento na região em que se constrói a usina, o que ocasionou "um encobrimento total do túnel" que desvia o rio durante as obras.

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