Netanyahu pede que países se unam a Trump na luta contra o Irã

Jerusalém, 12 set (EFE).- O primeira-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu nesta quarta-feira aos países ocidentais que se unam ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na luta contra o Irã, cujo regime qualificou de "terrorista".

Um dia depois da lembrança dos 17 anos dos atentados contra as Torres Gêmeas de Nova York e o Pentágono em Washington, Netanyahu afirmou no começo da reunião semanal com seu Gabinete que a atuação do mundo contra o terrorismo islamita não é suficiente.

Netanyahu lembrou que aquele atentado de 2011 foi realizado pela Al Qaeda. "A Al Qaeda passou a tocha para o EI, ao mesmo tempo que o Irã promove o terrorismo internacional".

O chefe do Governo israelense afirmou entre as ameaças ao mundo, os "xiitas radicais liderados pelo Irã" e os "sunitas radicais dirigidos pelo EI" têm um único objetivo: "eliminar as sociedades livres, como as conhecemos, eliminar Israel e, ao final, eliminar o Ocidente e outros também".

Netanyahu afirmou que o mundo luta contra o EI, mas não contra Irã, "ao contrário, o que vemos é o Irã mandando células terroristas à Europa, líderes europeus tranquilizando e se reconciliando com Irã" e lembrou que Israel está em constante cooperação com outros países para evitar ataques terroristas, coisa que indicou, há com sucesso.

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