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Campanha contra posse de armas deixa mais de 100 detidos em Pequim

23/11/2018 06h58

Pequim, 23 nov (EFE).- A polícia de Pequim prendeu 112 pessoas por casos relacionados com armas de fogo e explosivos desde que lançou uma operação contra estes crimes no último mês de fevereiro, informa nesta sexta-feira a agência oficial de notícias "Xinhua".

As autoridades averiguaram 45 casos que se saldaram com a apreensão de mais de 1.100 pistolas, das quais cerca de metade eram réplicas.

Além disso, foram confiscadas mais de 70.000 balas, 4.500 explosivos - embora as autoridades pequinesas não tenham especificado de que tipo são - e 5.400 facas.

Ao iniciar esta operação, o escritório de segurança pública de Pequim publicou um comunicado no qual informava sobre os perigos destes materiais e pedia aos cidadãos que os entregassem voluntariamente à polícia.

A posse de armas está muito restringida pela lei chinesa, que só contempla exceções em atividades como a caça, o tiro esportivo ou a proteção e o estudo de animais selvagens.

Além disso, a legislação proíbe "a produção e venda de armas de imitação", algo que, em algumas ocasiões, fez com que cidadãos que possuíam réplicas fossem presos.

Em 2016 um jovem de 20 anos foi condenado à prisão perpétua na província de Fujian depois que um tribunal considerou que 20 das 24 réplicas que tinha comprado pela internet de um vendedor taiwanês eram armas reais.

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