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Papai Noel começa a entregar presentes com ajuda das renas

24/12/2018 17h44

(Acrescenta informação no 2º parágrafo).

Washington, 24 dez (EFE).- Com a ajuda das renas, o Papai Noel já começou a entregar presentes na região sul do Oceano Pacífico, na Nova Zelândia e na Austrália, e agora continua a viagem pela Ásia, conforme mostra o site www.noradsanta.org.

O portal, disponível em português e outros sete idiomas, informa em tempo real detalhes da viagem do Papai Noel. O Comando de Defesa Aeroespacial de América do Norte (Norad) decidiu manter as operações, apesar do fechamento parcial do governo, que paralisou um terço dos serviços administrativos e atrapalhou o Natal de alguns americanos.

Neste ano, cerca de 1.500 voluntários ajudam meninos e meninas a saber onde o Papai Noel no exato instante da pergunta e respondem dúvidas como por que a rena Rudolf - que lidera o trenó - tem um nariz tão vermelho, quando é o aniversário do Papai Noel ou quem traz os presentes para ele.

Historicamente o Papai Noel, visita primeiro o sul do Pacífico, a Nova Zelândia e a Austrália, onde esteve ontem à noite. Depois, ele continua pela Ásia, África e Europa para terminar na América.

De acordo com o Norad, as visitas acontecem em todas as casas que têm pessoas que acreditam no bom velhinho, mas ele "só chega quando as crianças estão dormindo".

O Norad e o seu antecessor, o Comando de Defesa Aérea Continental (Conad), acompanham a viagem do Papai Noel há 63 anos.

A tradição começou em 1955 quando a Sears, Roebuck and Company, do Colorado Springs, publicou um anúncio incentivando as crianças a ligarem para o Papai Noel. Em uma confusão, o número de telefone divulgado não foi o da loja de departamento, e sim o telefone direto do comandante do Conad, o coronel Harry Shoup. Naquele Natal, foram tantas as chamadas que ele decidiu que era preciso criar um centro de voluntários para ajudar as crianças com a localização do Papai Noel.

Este ano, o Norad opera, apesar do fechamento parcial do governo, que começou à meia-noite de sexta-feira por conta de desacordos sobre o financiamento do muro com o México e que, segundo a Casa Branca, poderia se prolongar até 2019 devido à dificuldade de conseguir um acordo. EFE