PUBLICIDADE
Topo

Sobe para três o número de feridos por tremores na Amazônia do Equador

22/02/2019 12h55

(Atualiza com novo comunicado da Secretaria de Riscos)

Quito, 22 fev (EFE).- Pelo menos três pessoas ficaram feridas "sem maior gravidade" devido aos fortes tremores que atingiram nesta sexta-feira a província amazônica de Morona-Santiago, fronteiriça com o Peru, informou o Serviço Nacional de Gestão de Riscos e Emergências do Equador (SNGRE).

Uma pessoa ficou ferida no cantão Gualaquiza, outra na cidade de Macas, capital de Morona-Santiago, e uma terceira na cidade de Cuenca, província de Azuay (centro-sul).

Além disso, há informações sobre duas infraestruturas à beira do colapso na província de Azuay, assim como a queda de três muros de um cemitério e diversos danos de menor consideração em outros imóveis.

Também ocorreram danos menores em algumas infraestruturas da província amazônica, assim como cortes de eletricidade no cantão Twinza e em alguns pontos da província litorânea de Manabí (oeste).

Por precaução, os serviços de emergência do Equador evacuaram algumas instituições hospitalares nas províncias de Guayas (sudoeste, onde ocorreu um tremor de magnitude 5,9 graus) e Los Ríos (centro).

Dois tremores, um de 7,5 graus e outro de 6 graus, aconteceram na madrugada desta sexta-feira na província de Morona-Santiago, informou o Instituto Geofísico (IG) da Escola Politécnica Nacional.

O de magnitude 7,5 ocorreu às 5h17 local (7h17, em Brasília), a uma profundidade de 107,27 quilômetros e a 122,85 quilômetros da cidade de Macas, no oeste do Equador.

Três minutos depois aconteceu outro de 6 graus na mesma província, de acordo com o Instituto, a uma profundidade de 143 quilômetros e a 65,2 quilômetros de Macas.

O presidente do Equador, Lenín Moreno, indicou que os relatórios preliminares dos primeiros tremores perto de Macas "não indicam danos maiores".

Moreno apontou que os terremotos foram sentidos "em todo o país" e que foram ativados alguns comitês de emergência em diversas províncias, ao mesmo tempo que pediu à população que se mantenha sempre informada pelos canais oficiais. EFE