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Chefe das Forças Armadas do Brasil visita Comando Sul em Miami

17/07/2019 15h19

Miami, 17 jul (EFE).- O chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas do Brasil, tenente-brigadeiro Raúl Botelho, se reuniu em Miami com o almirante Craig Faller, do Comando Sul dos Estados Unidos, para avançar na relação militar de ambos os países, informou nesta quarta-feira a instituição.

Os dois se reuniram para "discutir o aprofundamento e a expansão dos laços de defesa cooperativa entre as duas maiores democracias do hemisfério ocidental", segundo um comunicado da instituição.

Botelho se reuniu na terça-feira com o almirante Faller e outros líderes do Comando Sul, encarregados das operações militares na América do Sul e no Caribe.

"Esta visita ajuda nossas nações a darem mais um passo importante para avançar em nossa relação militar e expandir a associação de defesa para apoiar os objetivos que compartilhamos como vizinhos comprometidos a trabalhar juntos por uma região segura, estável e pacífica", disse o almirante Faller.

O Comando Sul afirmou que ambas as forças armadas contam com vínculos de longa data e intercâmbios recíprocos de pessoal e informação.

Além disso, a instituição americana informou que a cooperação inclui "uma ampla gama de atividades de associação, como exercícios, treinamentos, luta contra a proliferação e contra o narcotráfico, e assistência humanitária".

Em março, o Brasil assinou uma declaração de associação com a Guarda Nacional de Nova York, unindo-se a mais de 80 nações que participam do Programa de Associação Estatal com os Estados Unidos.

Neste ano, o Brasil abrigará as fases atlântica e anfíbia do UNITAS, o maior exercício multinacional de segurança marítima do mundo.

"O legado das Forças Armadas do Brasil como um parceiro de segurança comprometido continua crescendo na medida em que assumem novos papéis de liderança que promovem a cooperação em matéria de segurança, fomentam a capacidade regional e respaldam a segurança e a estabilidade no hemisfério ocidental e em outras regiões, como o continente africano", afirmou o Comando Sul dos Estados Unidos. EFE

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