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1 mês

Presidente da República Dominicana recebe 1ª dose de vacina contra Covid-19

05/05/2021 20h50

Santo Domingo, 5 mai (EFE).- O presidente da República Dominicana, Luis Abinader, recebeu nesta quarta-feira a primeira dose da vacina CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac, dois meses e meio depois de o país ter começado a imunizar sua população contra a Covid-19.

O governante, de 53 anos, recebeu o imunizante no Clube de San Carlos na capital, diante das câmeras de diferentes meios de comunicação.

Abinader chegou a dizer na segunda-feira que só receberia uma dose da vacina porque ainda tem anticorpos contra a doença, depois de ter sido infectado em junho de 2020, quando era candidato nas eleições em que ganhou a presidência.

No entanto, em declarações à imprensa hoje, o presidente declarou que aguardará a decisão dos seus médicos, uma vez que não vê "nenhum problema" em aplicar uma segunda, que no seu caso seria aplicada em 2 de junho.

Ao avaliar a vacinação no país, Abinader opinou que, em termos gerais, "tem sido bastante positiva", e convidou a população a vacinar-se nas datas estabelecidas para acelerar o regresso à normalidade.

A República Dominicana receberá hoje um carregamento de dois milhões de vacinas contra a Covid-19 da China. Até agora, o país recebeu 2,45 milhões de vacinas, na sua maioria da chinesa Sinovac, e administrou 2 milhões de doses, de acordo com dados oficiais.

No total, 1,25 milhão de pessoas receberam a primeira dose e 800.988 delas já foram vacinadas com a segunda dose, o que representa pouco mais de 10% da população adulta, de acordo com dados do portal governamental Vacúnate RD.

Na última segunda-feira começou a vacinação de pessoas com mais de 50 anos de idade, no início da segunda fase do programa de vacinação.

A República Dominicana registrou até agora 3.509 mortes causadas pelo coronavírus e um total de 268.561 infecções desde o início da pandemia, de acordo com os números oficiais.

O país registra atualmente uma tendência ascendente nas hospitalizações, com 26% dos leitos hospitalares e 42% das UTIs ocupados.