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1 mês

Biden anuncia que 60 milhões de americanos poderão tomar reforço da Pfizer

24/09/2021 22h57

Washington, 24 set (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta sexta-feira que 60 milhões de americanos serão elegíveis para uma dose de reforço da vacina da Pfizer contra a Covid-19 e lembrou que 20 milhões já estão habilitados porque receberam a imunização há seis meses.

Em um discurso na Casa Branca, Biden declarou que esse é o número de pessoas elegíveis para a terceira dose da Pfizer entre aqueles com mais de 65 anos, adultos vulneráveis com problemas de saúde como diabetes ou obesidade, e trabalhadores que estão em maior risco, como os da área de saúde, professores e funcionários de supermercados.

O presidente dos EUA, que disse que receberá a terceira dose o mais rápido possível, convocou os americanos que ainda não foram vacinados a irem ao posto de aplicação mais próximo o mais rápido possível.

O governo americano foi além da recomendação feita por especialistas da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) e consultores do Centro de Controle de Doenças (CDC) ao incluir trabalhadores em empregos considerados de risco entre aqueles elegíveis para a terceira dose.

Em seu discurso, o presidente garantiu que as decisões tomadas foram em resposta às recomendações dos cientistas e da comunidade médica. Ele também salientou que enquanto os especialistas estudavam a decisão, o governo havia preparado e comprado doses suficientes, e frisou que existem 80 mil locais em todo o país para inoculação.

A dose de reforço que foi aprovada para certos grupos será voltada para aqueles imunizados com Pfizer, e não ainda para quem foi inoculado com a vacina da Moderna ou a da Johnson & Johnson. Para aqueles que receberam as vacinas das duas últimas empresas, Biden quis enviar uma mensagem de garantia de que ainda contam com "um alto grau de proteção" contra a Covid-19.

E para aqueles que podem estar considerando uma dose de reforço mesmo que não estejam nos grupos definidos nesta sexta-feira, Biden lhes pediu para esperar sua vez e também esperar que relatórios sobre outros grupos e outras vacinas sejam finalizados.

O chefe de governo ainda voltou a convocar as pessoas que não receberam uma dose sequer. Ele destacou o "progresso incrível" feito com 182 milhões de pessoas agora que já receberam a dosagem total recomendada pelos diferentes laboratórios, mas considera esta a "pandemia dos não vacinados".