PUBLICIDADE
Topo

Conteúdo publicado há
1 mês

Índia registra número mais baixo de novos casos de covid-19 em quase 8 meses

18/10/2021 15h16

Nova Délhi, 18 out (EFE).- A Índia registrou nesta segunda-feira pouco mais de 13.500 novos casos de covid-19, o número mais baixo em quase oito meses, após o país, de 1,35 bilhão de habitantes, ter se tornado o principal foco da pandemia em maio.

Os 13.596 casos reportados nas últimas 24 horas representam o número mais baixo nos últimos 230 dias, segundo informou o Ministério da Saúde indiano em comunicado.

Com os novos contágios, o país asiático totaliza 34 milhões de casos da doença desde o início da pandemia, atrás apenas dos Estados Unidos, com quase 45 milhões.

O governo indiano notificou 166 mortes por covid-19 desde domingo, totalizando 452.290 durante a pandemia, atrás de Estados Unidos e Brasil.

No entanto, especialistas destacaram que os números oficiais não refletem o número real de mortes e infecções, uma alegação que as autoridades de saúde indianas rejeitaram repetidamente.

Isto contrasta com os mais de 400 mil casos e mais de 4.500 mortes por dia que o país sofreu em maio passado no contexto de uma virulenta segunda onda de contágios que deixou os crematórios superlotados e os hospitais à beira do colapso.

A Índia teve de depender durante semanas da ajuda de outros países para responder à escassez de oxigênio e de material médico durante esse período.

Apesar da queda no número de casos, as autoridades indianas expressaram preocupação de que a próxima temporada de festivais religiosos em todo o país possa trazer uma onda vaga de infecções.

Quanto à campanha de vacinação, considerada pelas autoridades indianas a última esperança para a erradicação da pandemia, 977 milhões de doses de vacinas já foram aplicadas desde janeiro, 1,2 milhão nas últimas 24 horas.

O país, que enfrentou uma disponibilidade limitada de vacinas durante a segunda onda de contágios, está à beira de alcançar a marca de 700 milhões de pessoas com pelo menos uma dose, e pelo menos 282 milhões de pessoas já têm o ciclo vacinal completo. EFE