Cingapura abre portas para China e Índia, diz chanceler luso

Cingapura, 21 nov (Lusa) - O ministro português das Relações Exteriores, Luís Amado, disse nesta quarta-feira que este "é o momento" para afirmar a presença da economia portuguesa em Cingapura, país que representa uma "porta aberta" para as relações com economias chinesa e indiana.

"Trata-se de uma das regiões mais importantes do ponto de vista econômico, uma porta de abertura para as relações com as duas economias mais vibrantes do mundo", declarou Luís Amado em referência como a China e Índia, à margem da inauguração de um gabinete da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep) em Cingapura.

Além do aumento das exportações de Portugal para Cingapura, o titular da pasta da diplomacia portuguesa justificou a necessidade de representação da Aicep em Cingapura "pela dinâmica de integração econômica que se verifica nos dez países da Asean" - a Associação das Nações do Sudeste Asiático, composta por Malásia, Tailândia, Indonésia, Filipinas, Cingapura, Brunei, Laos, Vietnã, Camboja e Mianmar.

Luís Amado comemorou ainda o anúncio da constituição de um mercado único da Asean em 2015, feito na terça-feira.

O gabinete da Aicep inaugurado nesta quarta-feira é totalmente financiado pelo governo português, através do Ministério da Economia e da Inovação.

As trocas comerciais entre Portugal e Cingapura em 2006 foram de aproximadamente 750 mil euros.

O relacionamento econômico de Portugal com Cingapura passa também pela operação de um terminal de contêiners no Porto de Sines, em Portugal, pela Autoridade Portuária de Cingapura (PSA).

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