Rota da tocha em Hong Kong terá segurança de 3 mil policiais

Hong Kong, China, 11 abr (Lusa) - Três mil policiais vão realizar as tarefas de segurança da passagem da tocha olímpica na Região Administrativa Especial de Hong Kong, cujo percurso pode ser alterado e o nome das personalidades que percorrem o trajeto ainda não é conhecido.

Em declarações aos jornalistas em Pequim, o Secretário-chefe Henry Tang Ying-yen explicou que os agentes policiais vão garantir que a tocha possa percorrer a cidade de forma digna e em segurança.

Henry Tang, acompanhado do Secretário para a Segurança, Ambrose Lee, e do comissário da polícia, Tang King-shing, esteve reunido com o comitê organizador dos jogos na capital chinesa para discutir aspectos de segurança não só para o dia da tocha em Hong Kong, mas também para as competições de hipismo que irão se realizar entre 9 e 21 de agosto na antiga colônia britânica.

"A corrida tem de ser feita de forma suave, em segurança, com ordem e dignidade", assinalou Henry Tang, salientando que a segurança dos atletas e de todos os que assistirem ao percurso da tocha é da maior importância.

Salientando que o Executivo não tem como objetivo fazer grandes alterações ao percurso da tocha, Henry Tang garantiu que sempre que necessário o percurso será adaptado.

O percurso da tocha olímpica em Hong Kong acontece em 2 de maio, prolonga-se por 28 quilômetros e inicia-se às 10h (hora local) terminando às 18h no Aeroporto Internacional da cidade.

A seguir a Hong Kong, a tocha olímpica segue para Macau, prevendo-se que seja utilizado um meio aéreo para cumprir os cerca de 20 quilômetros em linha reta que separam o aeroporto de Hong Kong e Macau.

A opção pelo transporte em meio aéreo deriva da preocupação da organização do percurso mundial da tocha da possibilidade de protestos no mar.

Em Macau, a tocha vai percorrer 27 quilômetros e ser transportada por 120 pessoas num percurso entre a península e as ilhas da Taipa e de Coloane com início e fim marcado para o parque temático da Doca dos Pescadores em 3 de maio.

Em declarações à agência Lusa, Manuel Silvério, líder da organização do percurso da tocha olímpica no território, explicou que a organização "não está a prever qualquer alteração ao percurso", mas salientou a "existência de planos de contingência caso se mostrem necessários".

"Como em qualquer outra organização existem planos para responder a qualquer imprevisto", disse.

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