Giro UOL traz os destaques da manhã desta terça, 12/04, para você; ouça

Giovanna Montemurro

Do UOL, em São Paulo

Parecer favorável ao impeachment

Como já era esperado tanto pelo governo quanto pela oposição, a maioria dos deputados da comissão especial do impeachment na Câmara votou a favor do parecer de Jovair Arantes (PTB-GO). O relator defendeu a abertura do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Em uma sessão que durou quase 10 horas, 38 deputados aprovaram e 27 foram contra o relatório. O parecer segue agora para votação no plenário da Câmara, prevista para começar na próxima sexta-feira (15) e durar entre dois e três dias.

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Herói?

Aclamado pela oposição após a aprovação do relatório favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, o deputado Jovair Arantes (PTB-GO) afirmou que deixa o caso como "herói" e que está aliviado com o resultado. Ele também rejeitou ser chamado de "golpista".

Para Jovair, o número de votos atingidos pela oposição se deu "em função da qualidade do relatório". Mesmo com a aprovação, o deputado afirmou que ainda falta trabalhar para garantir a votação do processo no plenário da Câmara.

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Clima insuportável

Jaques Wagner, ministro-chefe do Gabinete da Presidência da República, defendeu que Michel Temer renuncie ao cargo de vice-presidente caso o governo consiga barrar o pedido de impeachment no plenário da Câmara.

Segundo Wagner, o vazamento de um áudio em que Temer discursa como se o impedimento de Dilma já tivesse sido aprovado é uma "atitude deplorável", que "macula a história" do vice e o coloca "no papel de patrocinador e maior beneficiário desse golpe dissimulado".

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Lula em defesa de Dilma

O ex-presidente Lula discursou em um evento com artistas no Rio de Janeiro. Ele criticou a oposição e disse estar cansado das "mentiras nas capas de revista". Para ele, a derrota de Dilma na comissão especial que analisou o pedido de impeachment "não quer dizer nada".

O ex-presidente também afirmou que aceitou ser ministro para ajudar a "recuperar o país".

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Prazo de validade

O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) afirmou que Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, deveria deixar o comando da Casa e ser preso logo após uma eventual aprovação do impeachment da presidente Dilma.

Condenado no esquema do mensalão, Jefferson teve a pena perdoada pelo STF no final do mês passado e pretende voltar à vida pública.

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Mais uma fase da Lava Jato

A Polícia Federal iniciou na manhã de hoje a 28ª fase da operação Lava Jato. A ação foi batizada de Vitória de Pirro. Entre os alvos dessa etapa estão o ex-senador do Distrito Federal Gim Argello (PTB) e a construtora OAS.

A investigação, segundo a PF, mira indícios de que um integrante da CPI da Petrobras teria "atuado de forma incisiva no sentido de evitar a convocação de empreiteiros". As ordens judiciais estão sendo cumpridas nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Taguatinga e Brasília.

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Dengue assusta

A dengue continua a avançar com força no país. Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil já registra 495 mil casos prováveis da doença.

O número, que abrange as informações contabilizadas desde janeiro até o início de março, já é 47% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior. O aumento ocorre em 20 Estados e no Distrito Federal. Destes, nove já estão no patamar de uma epidemia.

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Eu voltei...

Marco Polo Del Nero está de volta à presidência da CBF. Após três meses de licença, o mandatário reuniu os vice-presidentes. Ele comunicou o retorno ao posto máximo da entidade - ocorrido na última quinta-feira (07). A reunião foi o primeiro compromisso do presidente na volta às atividades.

Apesar dessa novidade, o futuro da presidência da CBF ainda é desconhecido. Presidentes de Federações ouvidos pela reportagem não descartam uma nova licença de Del Nero nos próximos dias.

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É do Corinthians!

O Corinthians fechou a renovação com o atacante Lucca, que dependia de acerto salarial. O contrato do jogador foi renovado por mais três anos.

Para que o acerto acontecesse, o jogador precisou diminuir as exigências. Inicialmente o atacante queria um vínculo de quatro anos e salário de R$ 400 mil. O Corinthians vai gastar R$ 5 milhões pelos 60% dos direitos do jogador.

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