Giro UOL traz os destaques da noite desta sexta, 15/04, para você; ouça

Saulo Novaes

Do UOL, em São Paulo

Discurso cancelado

A presidente Dilma Rousseff cancelou o pronunciamento que faria hoje à noite em cadeia nacional de rádio e televisão para pedir apoio contra o impeachment de seu mandato. Dilma decidiu seguir orientação do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que, depois de assistir ao vídeo, avaliou que a fala poderia ter problemas jurídicos, já que o conteúdo do discurso é eminentemente político para um espaço dedicado a discursos institucionais.

Além disso, alguns auxiliares da presidente acreditavam que um discurso desse tipo às vésperas da votação no plenário da Câmara, marcada para domingo (17), poderia surtir efeito ruim para o governo. A ideia do Palácio do Planalto é compartilhar o conteúdo nas redes sociais ainda hoje ou no sábado.

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'Golpe' é vingança, diz Cardozo

Em discurso de defesa de Dilma Rousseff, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, mirou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que, segundo ele, promoveu um ato "em retaliação ao PT". A fala inflamada foi em seguida à de Miguel Reale Jr., um dos autores da denúncia, que sustentou que o impeachment não é golpe.

Cardozo, que falou por 25 minutos, voltou a sinalizar que o governo pretende novamente recorrer ao Supremo Tribunal Federal alegando cerceamento de defesa. Ele pediu a Cunha –e ainda não obteve resposta– direito de fazer nova manifestação em defesa do governo no domingo.

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R$ 52 milhões em propina

O empresário Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, entregou aos investigadores da Operação Lava Jato uma tabela que aponta 22 depósitos somando US$ 4.680.297,05 em propinas supostamente pagas ao presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), entre 10 de agosto de 2011 e 19 de setembro de 2014.

De acordo com o empreiteiro, empresas envolvidas nas obras do Porto Maravilha, no Rio, deveriam pagar R$ 52 milhões ou 1,5% do valor total dos Certificados de Potencial de Área Construtiva (Cepac) a Eduardo Cunha. A parte que caberia à Carioca era de R$ 13 milhões.

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Mercado em movimento

A Bovespa fechou nesta sexta-feira com uma alta de 1,56% e chegou aos 53.227,74 pontos. Com a valorização, a Bolsa termina a semana com um ganho de 5,84% na semana.

Já o dólar quebrou uma sequência de duas quedas e teve alta de 1,38%, cotado em R$ 3,524. A moeda encerra a semana com baixa de 2,02%.

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Novo salário mínimo

O governo federal prevê um aumento do salário mínimo dos atuais R$ 880 para R$ 946 para o ano que vem. A estimativa de 7,5% de aumento está no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias enviado hoje ao Congresso.

O aumento corresponde à previsão para a inflação acumulada de janeiro a dezembro deste ano.

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FGV vai adotar o Enem

A principal escola privada de administração do país, a FGV, vai eliminar aos poucos o exame vestibular próprio a partir do ano que vem. A seleção vai ser feita prioritariamente pelo Enem.

O processo vai incluir também uma entrevista com os mais bem colocados no exame, na qual serão avaliadas algumas competências além dos conhecimentos curriculares.

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Lava Jato vai virar série

A Netflix oficializou a produção da série idealizada por José Padilha baseada nas investigações da Operação Lava Jato. As filmagens vão acontecer no Brasil ainda em 2016.

O diretor, conhecido pelo filme Tropa de Elite, disse que o projeto vai narrar a operação policial em si e mostrar detalhes sobre o maior esquema de corrupção já visto no Brasil. A série ainda não tem título, mas o lançamento está previsto para 2017.

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A escolha de Neymar

O presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, confirmou que o clube não vai permitir que o atacante Neymar participe da Copa América e dos Jogos Olímpicos. O dirigente catalão disse que o jogador, o técnico Dunga e os dirigentes da CBF vão ter de escolher apenas um torneio para o capitão da seleção brasileira participar.

Pela regulamentação da Fifa, o Barcelona só é obrigado a liberar Neymar para a Copa América dos Estados Unidos, que vai acontecer entre os dias 3 e 26 de junho. Para os Jogos Olímpicos, entre 4 e 21 de agosto, não existe esta obrigatoriedade porque o atacante já tem mais de 23 anos.

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