Retrospectiva: 2017 teve massacres, delações, hits e o brilho do brasileiro

Do UOL, em São Paulo

Em muitos momentos, 2017 pareceu mais longo do que seus 365 dias. Foram tantas notícias que dava a impressão de que não ia dar tempo de resumi-las em uma retrospectiva.

Mas deu.

O ano começou sangrento, com o massacre nos presídios de Manaus, Boa Vista e Alcaçuz. E a violência não deu trégua.

Houve dezenas de delações, denúncias e inquéritos dentro da Lava Jato. Até o presidente entrou na lista, mas evitou o risco de cassação com o apoio do Congresso.

Também foi absolvido no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no processo contra sua chapa com Dilma Rousseff. Aprovou ainda a reforma trabalhista, mas derrapou na da Previdência, que ficou marcada para o ano que vem.

Os brasileiros brilharam na música, com hits abaladores, e nos esportes, com contratos milionários. Mas também aí houve corrupção.

O terrorismo abalou a confiança em várias partes do mundo, com centenas de mortos e feridos. E EUA e Coreia do Norte continuam acirrando os ânimos para o confronto nuclear.

Ainda teve furacões, terremotos e incêndios para aumentar a lista de tragédias.

Mas também deu para rir. Do Oscar errar um premiado, do funk do gás, da Gretchen, dos atrasados do Enem, das caretas de uma atriz.

Respira, porque 2018 também promete.

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