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27/09/2007 - 13h06

Renan nega responsabilidade pelo boicote do PMDB ao governo

BRASÍLIA (Reuters) - Apesar de apontado como um dos articuladores da derrota imposta pelo PMDB ao governo no Senado, o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), negou ser responsável pelo boicote do partido à MP que criava a Secretaria de Planejamento de Longo Prazo.

Na noite de quarta-feira, o PMDB uniu-se à oposição e derrubou a medida provisória que criava a secretaria já em funcionamento, sob o comando de Roberto Mangabeira Unger.

"O partido quis dar uma demonstração de insatisfação. Queria dizer que essa questão não tem nenhuma conexão com a minha questão. Muito pelo contrário", disse Renan a jornalistas.

Renan disse ter sido informado de última hora do voto contrário dos peemedebistas. Só que, segundo fontes do partido, os votos do PMDB foram decididos em jantar na véspera, em que 12 aliados de Renan decidiram se juntar à oposição para dar um recado ao governo. Outra razão apontada para o comportamento do PMDB na véspera é a insatisfação com as nomeações de peemedebistas para cargos no governo que não estão saindo. A cúpula do PMDB foi chamada ao Planalto nesta quinta-feira para discutir a relação do partido com o governo. A preocupação maior do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é estancar esse foco de crise antes da votação da CPMF no Senado, onde o governo prevê dificuldades.

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