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08/11/2009 - 10h38

Campanha eleitoral em Honduras é ofuscada pela crise

Por Sean Mattson

TEGUCIGALPA (Reuters) - A campanha eleitoral para as eleições presidenciais de Honduras é ofuscada pela crise política que já dura quatro meses, fazendo com que a população se mostre apática em relação ao pleito.

O presidente Manuel Zelaya foi deposto em 28 de junho e expulso de Honduras, deixando o país isolado internacionalmente e reduzindo o interesse dos hondurenhos pelas eleições de 29 de novembro. A maioria dos países diz que não reconhecerá o processo se Zelaya não for restituído.

Enquanto Zelaya permanece refugiado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, depois de voltar clandestinamente ao país em 21 de setembro, as campanhas dos candidatos contam com pouco interesse.

Um acordo monitorado por Estados Unidos e pela Organização de Estados Americanos (OEA) para pôr fim à crise política foi desmontado na sexta-feira após o presidente de facto, Roberto Micheletti, formar um governo "de unidade nacional" sem a participação de Zelaya.

Faltam apenas três semanas para as eleições e as ruas, que em qualquer campanha desse tipo aparecem cheias de informes dos principais partidos, estão dominadas por pichações contra o golpe ou pedindo um boicote contra as eleições.

"Foram os políticos que causaram este problema político e por isso não me interessa votar em nenhum deles", disse Claudia Mencía, de 40 anos.

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