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04/01/2010 - 21h12

Jordaniano que matou agentes da CIA era ligado à Al Qaeda, diz TV

Em Washington (EUA)

O homem-bomba que matou sete agentes da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) em uma base norte-americana no Afeganistão na semana passada era ligado à rede Al Qaeda, informou nesta segunda-feira o NBC News, citando funcionários ocidentais da inteligência.

O Taliban havia reivindicado que o atacante era um dos simpatizantes do grupo e também integrante do Exército afegão, apoiado pelos Estados Unidos. Ele detonou um colete de explosivos durante uma reunião com agentes da CIA na base militar na quarta-feira.

Foi o segundo maior ataque mortal contra a CIA em sua história. Em 1983, oito funcionários da agência morreram na explosão contra a embaixada norte-americana em Beirute, no Líbano.

A CIA não comentou de imediato a reportagem da NBC, que identificou o suposto homem-bomba como Humam Khalil Abu-Mulal al-Balawi, de 36 anos, um simpatizante da Al Qaeda, de Zarqa, na Jordânia.

A reportagem informou que autoridades jordanianas acreditavam que al-Balawi havia mudado e que estava do lado dos Estados Unidos e da Jordânia. Elas o nomearam agente e o enviaram ao Afeganistão e ao Paquistão para infiltrar na Al Qaeda, disse a NBC.

A explosão aconteceu dentro da Base de Operações Chapman, um complexo fortificado na província de Khost, perto da fronteira sudeste com o Paquistão.

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