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11/02/2010 - 10h18

Vale fecha opção de ações da Fosfertil junto à Mosaic por US$1bi

SÃO PAULO (Reuters) - A Vale informou que fechou um contrato de opção de compra com a Mosaic, no valor de 1,03 bilhão de dólares, tendo por objeto ações de propriedade da Mosaic emitidas pela Fertifos e Fosfertil.

De acordo com comunicado da Vale na noite de quarta-feira, o contrato de opção --fechado por meio da subsidiária Mineração Naque S.A.-- faz parte do processo de aquisição de 100 por cento do capital da Bunge Participações e Investimentos (BPI), anunciado no final de janeiro.

O contrato concede à Naque o direito de adquirir participação de 20,27 por cento no capital social da Fosfertil, correspondendo a 27,27 por cento das ações ordinárias e 16,65 por cento das ações preferenciais.

"O exercício do contrato de opção está sujeito a determinadas condições, dentre as quais a efetiva aquisição do negócio de fertilizantes da Bunge no Brasil", informou a nota.

A Vale informou ainda que o preço de exercício do contrato de opção com a Mosaic utilizou o mesmo preço por ação, 12,0185 dólares, acordado junto à BPI, Fertilizantes Heringer, Fertipar e Yara para a aquisição de suas participações diretas e indiretas na Fosfertil.

Após a conclusão da aquisição das participações, a Vale deterá 78,90 por cento do capital da Fosfertil, correspondendo a 99,81 por cento das ações ordinárias e 68,24 por cento das ações preferenciais, informou a empresa. O preço total a ser pago pela aquisição de 78,90 por cento do capital da Fosfertil é de 4 bilhões de dólares.

"...Uma vez concluída a aquisição das participações mencionadas, a Vale lançará uma oferta pública obrigatória para comprar as ações ordinárias remanescentes detidas pelos acionistas minoritários da Fosfértil, 0,19 por cento do total, pelo mesmo preço por ação acordado com a BPI, Heringer, Fertipar, Yara e Mosaic."

Além da aquisição das ações da Fosfertil, a Vale também fechou contrato com a Mosaic para aquisição de uma planta de processamento localizada em Cubatão, no Estado de São Paulo, por 50 milhões de dólares. A planta tem capacidade nominal para produzir 300 mil toneladas métricas por ano de superfosfato simples, o nutriente fosfatado mais consumido no Brasil.

(Por Camila Moreira; edição de Marcelo Teixeira)

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