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25/05/2010 - 18h01 / Atualizada 25/05/2010 - 18h01

Bernardo: abono pode ser opção a reajuste de 6,14% a aposentados

BRASÍLIA (Reuters) - O governo poderia garantir por meio de um abono o aumento de 6,14 por cento aos aposentados que recebem mais de um salário mínimo, resolvendo o problema deste ano e deixando para o próximo governo acertar o novo reajuste, afirmou nesta terça-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.

Segundo ele, essa opção foi levada na véspera ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ainda não decidiu se irá vetar o reajuste de 7,7 por cento aprovado no Congresso.

Como houve modificação no texto original, em que o governo propunha o aumento de 6,14 por cento, um veto do presidente não garantiria a retomada desse percentual --daí a opção de aplicá-lo por meio de um abono.

"E no ano que vem o governo que assumir vai dar um tratamento definitivo", disse Bernardo.

Segundo dados do governo, um reajuste de 6,14 por cento custaria 6,7 bilhões de reais à União neste ano. Um aumento de 7 por cento, que chegou a ser negociado entre o Executivo e a base aliada do governo no Congresso, teria impacto adicional de 1,1 bilhão de reais. Já o aumento de 7,7 por cento geraria mais 600 milhões de reais em despesas para o governo além desse 1,1 bilhão de reais.

(Reportagem de Isabel Versiani)

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