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05/08/2010 - 15h23

Al Qaeda e Taliban seguem como ameaças terroristas--EUA

Por Paul Eckert e Emma Ashburn

WASHINGTON (Reuters) - A forte liderança da Al Qaeda no Paquistão continua sendo a mais temível ameaça terrorista aos Estados Unidos, e a crescente presença da Al Qaeda na África é um desafio para muitos países, disse o Departamento de Estado dos EUA nesta quinta-feira.

Ataques terroristas pelo mundo e o número de mortes causadas em 2009 foram os índices mais baixos em aproximadamente quatro anos, segundo a publicação anual do Departamento de Estado dos EUA.

Terroristas realizaram 10.999 ataques pelo mundo em 2009, o menor número em cinco anos, e em queda ante as 14.443 ocorrências registradas em 2006.

Em 2009, 14.971 pessoas morreram em ataques terroristas, informou o Departamento de Estado, ante os 22.736 mortos em 2006.

A Al Qaeda, grupo responsável pelos ataques de 11 de Setembro, "provou ser um grupo terrorista adaptável e resiliente cujos desejos de atacar os Estados Unidos e os interesses dos EUA no exterior continuam fortes", disse o relatório.

A insurgência no Afeganistão liderada pelo Taliban, que recebeu financiamento e treinamento da Al Qaeda, "continuava resiliente no sul e no leste e expandiu sua prsença ao norte e a oeste", preservando a habilidade de recrutar soldados, relatou o Departamento de Estado dos EUA.

O relatório ao Congresso também ressaltou preocupações sobre a presença da al Qaeda no continente africano, dos Estados do Magrebe, a noroeste, à Somália, o que considerou "altamente instável, e um ambiente permissivo para o trânsito e treinamento terrorista".

O Departamento de Estado disse que, em 2009, houve uma forte redução no número de incidentes de segurança no Iraque, e uma queda na quantidade de vítimas civis, ataques inimigos e com explosivos improvisados.

O Irã, um dos quatro países designados Estados patrocinadores do terrorismo, ofereceu apoio aos extremistas em sua região, o que "teve um impacto direto sobre esforços internacionais para promover a paz, ameaçou a estabilidade econômica no Golfo, colocou em risco a paz no sul do Líbano, e prejudicou o crescimento da democracia", disse o Departamento de Estado.

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