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16/08/2010 - 17h45

Dilma admite que popularidade do governo Lula alavanca pesquisa

BRASÍLIA (Reuters) - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta segunda-feira que seu desempenho nas pesquisas de intenção de votos se deve à popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também a sua participação no governo.

"Acredito que estamos tendo na campanha uma aceitação muito grande da população. Um dos fatores está na popularidade do presidente Lula, isso é certo, mas tem um fator que está na popularidade do governo que é algo que eu represento", disse Dilma a jornalistas após reunião com seus assessores de campanha.

"Eu represento este governo", afirmou ela, explicando que foi ministra de Minas e Energia e chefe da Casa Civil, além de ter coordenado os principais programas do governo.

Com vantagem de oito pontos sobre o principal adversário, José Serra (PSDB), Dilma disse que "nem amarrada" responderia se a entrada de Lula nos programas gratuitos de TV, que começam nesta terça-feira, a ajudariam a vencer a eleição presidencial no primeiro turno.

PROPOSTAS PARA SAÚDE

Dilma também anunciou medidas para a área de saúde. "O país só dará um passo decisivo na saúde se colocar dinheiro", disse.

Ela afirmou que pretende ampliar o acesso a medicamentos subsidiados para diabetes e hipertensão. Atualmente o governo gasta 400 milhões de reais de reais por ano subsidiando 90 por cento do custo dessa iniciativa e ela pretende chegar a 100 por cento do subsídio.

"Estamos nos propondo a universalizar o tratamento para duas doenças que são, do ponto de vista da população, aquelas que mais incidem, que são hipertensão e diabetes", declarou.

A candidata pretende reforçar a rede pública Farmácia Popular e credenciar mais unidades privadas para participar do programa.

Também quer reforçar os medicamentos genéricos, bandeira do candidato Serra, e pesquisas sobre medicamentos. Defende ainda a instalação do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para crianças e para bebês (de 0 a 28 dias neste caso).

(Reportagem de Raymond Colitt)

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