França identifica mais um agressor de Paris por DNA em restos mortais

Brian Love

Em Paris (França)

  • AFP

     Chakib Akrouh, 25, belga-marroquino que se explodiu durante cerco da polícia após os atentados em Paris

    Chakib Akrouh, 25, belga-marroquino que se explodiu durante cerco da polícia após os atentados em Paris

Investigadores franceses confirmaram que o belga-marroquino Chakib Akrouh, que se explodiu quando encurralado pela polícia no dia 18 de novembro, era o terceiro membro do trio que matou dezenas de clientes de um café durante ataques de militantes islâmicos radicais em diversos locais de Paris dias antes.

A confirmação por uma autoridade da Justiça francesa ocorre dois meses depois do ataque de 13 de novembro, reivindicado pelo Estado Islâmico, no qual nove homens dividiram-se em três grupos e atacaram um estádio de futebol, uma série de cafés e uma casa de shows, matando 130 pessoas.

A autoridade da Justiça, que falou na condição de anonimato, disse que o terceiro membro da equipe que conduziu os ataques armados nos cafés e restaurantes era Akrouh, de 25 anos, identificado na quinta-feira por meio de amostras de DNA retiradas de partes do corpo recuperadas pela polícia no local onde ele provocou a explosão.

Nesse cerco em Saint-Denis, ao norte de Paris, a polícia matou outros dois suspeitos: o suposto cabeça dos ataques, outro belga-marroquino chamado Abdelhamid Abaaoud, e sua prima Hasna Aitboulahcen.

O ataque mais letal de 13 de novembro aconteceu na casa de shows Bataclan, onde três agressores morreram após matar 90 clientes do local.

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