Estado Islâmico corta pagamento a combatentes após ataques aéreos, dizem EUA

LONDRES (Reuters) - O grupo Estado Islâmico foi forçado a cortar o pagamento a seus combatentes em até 50 por cento devido aos ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos, que tiveram impacto substancial na geração de recursos com petróleo, disse um alto oficial norte-americano nesta segunda-feira.

O secretário assistente que monitora financiamento de terroristas no Departamento de Tesouro dos EUA, Daniel Glaser, disse que os ataques aéreos afetaram a capacidade do Estado Islâmico de extrair, refinar e transportar petróleo nas áreas controladas na Síria e no Iraque.

"Quando você olhas as dificuldades que sabemos que eles estão tendo com transporte e extração, eu acho razoável dizer que eles não são mais capazes de lucrar como costumavam", disse Glaser em uma conferência em Londres.

"O Estados Islâmicos cortou os salários de seus combatentes em Raqqa em até 50 por cento", acrescentou.

(Por Michael Holden)

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