Grupo de monitoramento diz que comandante do Estado Islâmico está ferido na Síria, mas vivo

BEIRUTE (Reuters) - O Observatório Sírio dos Direitos Humanos afirmou nesta quinta-feira que o comandante militar do Estado Islâmico está gravemente ferido, mas ainda vivo, o que parece contradizer autoridades dos Estados Unidos que disseram que ele provavelmente morreu em um ataque aéreo norte-americano.

Na terça-feira, funcionários dos EUA disseram que Abu Omar al-Shishani, também conhecido como Omar, o Checheno, e descrito pelo Pentágono como o "ministro da guerra" da facção radical, foi alvejado perto da cidade síria de Al-Shadad.

Rami Abdulrahman, diretor do Observatório, disse que Omar ficou seriamente ferido, mas que não foi morto, e que foi levado para a base de operações do Estado Islâmico em Raqqa, na Síria, para ser tratado.

"Ele não morreu", afirmou Abdulrahman.

O Observatório diz que obtém suas informações de todos os lados do conflito. A Reuters não conseguiU verificar o relato de forma independente.

Nascido em 1986 na Geórgia, que então ainda era parte da União Soviética, Shishani tinha a reputação de ser um conselheiro militar próximo do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, cujos seguidores dizem que ele contava muito com Shishani.

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