Número de mortes em Aleppo aumenta; membros de equipes de resgate são mortos

BEIRUTE (Reuters) - Ataques de forças do governo e de rebeldes mataram ao menos 30 pessoas, incluindo oito crianças, nas últimas 24 horas em Aleppo, cidade que tem sofrido mais no recente recrudescimento da guerra na Síria, relatou um grupo que monitora o conflito.

O confronto intenso acabou um cessar-fogo parcial que teve início no fim de fevereiro, com negociações de paz conduzidas pela Organização das Nações Unidas em desordem.

Em Aleppo, dividida entre áreas controladas pelo governo e por rebeldes, 19 pessoas foram mortas por tiroteios rebeldes e 11 foram mortas por ataques aéreos do governo, informou o Observatório Sírio para Direitos Humanos.

Outras 60 pessoas morreram durante o fim de semana em Aleppo, maior cidade síria antes da guerra, de acordo com o Observatório. Ataques aéreos também foram relatados em áreas tomadas por rebeldes próximas a Damasco e na província de Hama na terça-feira.

Em um incidente isolado a oeste de Aleppo, cinco membros da Defesa Civil foram mortos por ataques aéreos e um de foguete.

O Observatório e a Defesa Civil informaram que o ataque parecia ter deliberadamente como alvo os membros das equipes de resgate na cidade de Atareb, a 25 quilômetros de Aleppo.

"O alvo foi muito preciso," disse à Reuters Radi Saad, um membro da Defesa Civil.

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