Ataques do Estado Islâmico em Bagdá deixam 16 mortos, dizem fontes

TIKRIT, Iraque (Reuters) - Ataques a tiros e bomba pelos quais o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade mataram pelo menos 16 pessoas ao norte de Bagdá nesta sexta-feira, dias depois de as explosões de autoria do grupo que provocaram mais mortes neste ano na capital terem resultado em críticas públicas contra as medidas de segurança do governo.

Três homens abriram fogo com metralhadoras por volta da meia-noite num café em Balad, cidade predominantemente xiita, onde jovens, incluindo torcedores do Real Madrid, haviam se reunido para iniciar o fim de semana, segundo fontes policiais e médicas. Pelo menos 12 morreram e 25 ficaram feridos.

Os agressores fugiram e horas depois um deles detonou a sua veste explosiva num mercado próximo depois que a polícia e integrantes de milícia xiita o cercaram num prédio abandonado e com ele trocaram tiros, disseram fontes da área de segurança. Quatro foram mortos e dois ficaram feridos em estado grave, afirmaram fontes médicas.

O Estado Islâmico disse num comunicado distribuído pela Internet pelos seus simpatizantes que três homens-bomba detonaram os seus explosivos tendo milicianos xiitas como alvo, apesar de fontes do setor de segurança terem dito que haviam identificado apenas um agressor.

Uma testemunha da Reuters viu o corpo queimado de um suspeito agressor pendurado de cabeça para baixo num poste do lado de fora do café na manhã desta sexta.

Moradores afirmaram que eles encontraram o homem numa casa próxima para onde ele havia fugido depois do ataque. Eles declararam que haviam o queimado vivo depois de ele ter confessado. Um agente de inteligência confirmou tal relato.

(Por Ghazwan Hassan)

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