Militantes matam 2 policiais em Daguestão, na Rússia; EI diz ser responsável

MOSCOU (Reuters) - A polícia entrou em conflito neste sábado com militantes islâmicos na república de Daguestão, que pertence à Rússia, o que resultou na morte de ao menos quatro rebeldes e dois policiais, segundo relato da mídia local.

O Estado Islâmico disse que seus guerreiros estiveram por trás do ataque.

A polícia invadiu um apartamento na cidade de Derbent, ao sul da região, após obter informações de que um policial ferido mantido refém pelos militantes estava provavelmente morto.

"Agentes da lei finalizaram uma operação especial para destruir os rebeldes", disse a agência de notícias Interfax, citando uma fonte na polícia que disse que ao menos quatro rebeldes foram mortos.

Um policial morreu em um tiroteio e outros 15 foram feridos, disseram autoridades do setor de saúde a agências russas.

O policial que era mantido como refém teve a morte confirmada por uma autoridade da polícia, segundo a agência Interfax.

A agência de notícias do Estado Islâmico Amaq disse que guerreiros do grupo entraram em conflito com a polícia em Derbent, dizendo que eles mataram três policiais. Não houve menções a baixas entre os militantes.

O Estado Islâmico já disse no passado que estava por trás de ataques violentos contra forças de segurança no Norte do Cáucaso, instável região que pertence à Rússia e onde está localizado o Daguestão.

Alguns militantes juraram lealdade ao Estado Islâmico no Daguestão, que faz fronteira com a Chechênia, onde Moscou liderou duas guerras contra separatistas nos anos 90.

(Por Dmitry Solovyov)

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