França declara emergência após enchentes matarem 2 e forçarem retirada de milhares

Por Michel Rose e Morade Azzouz

PARIS/LONGJUMEAU, França (Reuters) - Fortes chuvas forçaram a retirada de milhares de pessoas de suas casas no sul de Paris, enquanto o rio Sena subiu ao seu nível mais alto em 30 anos na capital francesa, fechando os icônicos museus do Louvre e Orsay e uma linha do metrô.

Em Evry-Gregy-sur-Yerre, sul de Paris, um homem que andava a cavalo morreu afogado nesta quinta-feira, informou a prefeitura em comunicado. O jornal Le Parisien informou que o homem de 74 anos tentava cruzar um campo alagado. O cavalo sofreu ferimentos leves.

Ele foi a segunda vítima das chuvas torrenciais que afetaram os rios Loire e Sena. Uma mulher de 86 anos foi encontrada morta em uma casa alagada em uma pequena cidade próxima a Paris na quarta-feira.

"Desde ontem é um dilúvio", disse Jerome Coiffier, morador de Longjumeau, a 20 quilômetros de Paris, onde bombeiros andaram com água acima das coxas para resgatar moradores, usando barcos infláveis.

Ao menos 3 mil dos 13 mil habitantes foram retirados em Nemours, a 75 quilômetros de Paris, à medida que o nível da água atingiu o segundo andar de prédios no centro da região.

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