Brasil, Argentina, Chile e Uruguai rechaçam violência na Venezuela após agressão a deputados

MONTEVIDÉU (Reuters) - Os governos de Argentina, Brasil, Chile e Uruguai expressaram seu rechaço à violência na Venezuela, após agressões a deputados opositores durante uma manifestação, segundo um comunicado conjunto das chancelarias dos quatro países, emitido neste sábado.

"As autoridades têm a responsabilidade de garantir o direito a manifestações pacíficas e à livre expressão de ideais", disse o documento, assinado pelos chanceleres Susana Malcorra, da Argentina; José Serra, do Brasil; Heraldo Muñoz, do Chile; e Rodolfo Nin, do Uruguai.

O texto pede que "como prometeu o governo (venezuelano), sejam investigadas as responsabilidades pela violência".

Legisladores opositores e manifestações reuniram -se na quinta-feira, fora da sede do Conselho Nacional Eleitoral, em Caracas, para pedir a validação de assinaturas para a convocação de um referendo revogatório contra o presidente Nicolás Maduro. Vários deles denunciaram que foram agredidos por partidários do governo.

O comunicado das chancelarias acrescenta que espera "que as diferenças possam ser resolvidas mediante o diálogo pacífico e com métodos democráticos".

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