Saída da Grã-Bretanha poderia ameaçar civilização política ocidental, diz Tusk, da UE

Por Michelle Martin

BERLIM (Reuters) - Se a Grã-Bretanha votar por deixar a União Européia no referendo de 23 de junho, isso poderia ser o começo do fim para o bloco de 28 países e para a civilização política ocidental de modo mais geral, disse o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

Em entrevista ao jornal alemão Bild, Tusk disse que a saída da Grã-Bretanha daria um grande estímulo para as forças radicais antieuropeias, que segundo ele estariam "bebendo champanhe".

"Porque isso é tão perigoso? Porque ninguém pode prever quais serão as consequências a longo prazo", disse Tusk. "Como historiador, temo que a saída da Grã-Bretanha possa ser o começo da destruição não apenas da UE mas também da civilização política ocidental na sua totalidade."

Tusk afirmou ainda que todos na União Europeia perderiam economicamente se a Grã-Bretanha sair.

As últimas pesquisas mostraram que os britânicos estão praticamente divididos sobre se ficam ou saem.

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