Não há sinais de que decisão britânica atingiu fluxos de ativos nos mercados emergentes, diz instituto

LONDRES (Reuters) - Sinais iniciais mostram que a votação britânica da semana passada para deixar a União Europeia (UE) não teve impacto imediato no fluxo de ativos de mercados emergentes, disse o Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês).

O instituto disse que os dados diários dos fluxos de portfólio dos mercados emergentes sugerem que as saídas ficaram em apenas 210 milhões de dólares na sexta-feira da decisão britânica e têm mostrado alguma recuperação desde então.

Essas vendas são relativamente modestas se comparadas com os 2,7 bilhões de dólares em 24 de agosto de 2015, quando as preocupações com a economia chinesa e a desvalorização de sua moeda agitaram o mercado financeiro global.

Informações adicionais sobre todo o mês de junho mostraram um resultado positivo de 16,7 bilhões de dólares em investimentos em ativos nos mercados emergentes no período, uma forte melhora em relação ao resultado praticamente estável de maio, embora modesto se comparado com a média de 22 bilhões de dólares entre 2010 e 2014.

O instituto acrescentou que as compras estavam basicamente concentradas no começo do mês antes da votação britânica no dia 23 de junho e estavam distribuídas de forma equilibrada entre ações e títulos da dívida, com saldos positivos de 9,3 bilhões de dólares e de 7,4 bilhões de dólares, respectivamente.

Também houve um quase recorde de emissões do títulos da dívida dos mercados emergentes em junho.

(Por Marc Jones)

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