Procuradora-geral dos EUA diz que não haverá acusações no caso dos e-mails de Hillary

WASHINGTON (Reuters) - A procuradora-geral dos Estados Unidos, Loretta Lynch, disse nesta quarta-feira que aceitou a recomendação do FBI de que nenhuma acusação deveria ser feita na investigação sobre o sistema pessoal de e-mails de Hillary Clinton.

"Eu recebi e aceitei a recomendação unânime para que a completa investigação de um ano seja fechada e que nenhuma acusação seja feita contra indivíduos no âmbito da investigação”, afirmou ela em comunicado.

Na terça-feira, o diretor do FBI James Comey afirmou que Hillary Clinton, potencial candidata democrata a presidente, havia sido “extremamente descuidada” no uso do seu servidor privado de e-mails quando secretária de Estado, mas recomendou que nenhuma acusação criminal fosse apresentada em relação ao caso.

Enquanto o anúncio de Comey retirou uma nuvem de incerteza sobre a campanha de Hillary para a Casa Branca, as suas fortes críticas sobre a ação dela provocou um novo ataque contra a candidata vindo de Donald Trump, o provável rival republicano da democrata nas eleições de 8 de novembro.

Loretta Lynch afirmou que se reuniu nesta quarta à tarde com Comey, com promotores e agentes que haviam investigado se Hillary tinha violado a lei por conta do servidor de e-mails mantido na casa dela em Nova York. Uma questão era se ela havia dado o tratamento devido a informações confidenciais.

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